Atualmente, compras e vendas de moedas estrangeiras com finalidade de turismo podem ser realizadas de diferentes formas, por meio de bancos – múltiplos, comerciais, ou de câmbio -, corretoras de câmbio, agências de turismo e pelos correspondentes em operações de câmbio – ou correspondentes cambiais.

Criados há três anos pelo Banco Central, o modelo de correspondente cambial nasceu com o intuito de facilitar e ampliar a troca de moedas estrangeiras no País, principalmente com a chegada de grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

 

Apesar de retivamente novo, esta formato é, hoje, um dos mais seguros e cômodos, tendo aumentado o acesso da população e de turistas ao mercado oficial e possibilitado processos mais transparentes nas operações de compra e venda de pequenos valores.

 

Como Funciona?

 

O correspondente cambial auta como uma extensão de bancos e corretoras – obrigatoriamente, ele deve estar filiado a alguma instituição  -, com a vantagem de ficar alocado em outros pontos, como hotéis e agências de turismos – o que amplia sua área de atuação.

 

De forma prática, o profissional pode vender ou comprar, diretamente, até 3 mil dólares por operação e, em caso de valores mais altos, recebe e encaminha propostas de compra e venda à instituição a qual é filiado.

 

O modelo é modelo é eficiente e traz benefícios tanto para as corretoras e bancos, já que não é necessário montar uma estrutura para que os correspondentes exerçam suas funções, quanto, e mais importante, para os clientes, pois os correspondentes cambiais podem ser contratados em pontos diversos e conseguem negociar taxas mais baixas juntos às instituições.

 

Saiba se seu correspondente cambial é cadastrado no Banco Central.